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Pão dos pobres

Pão dos pobres

Quer se casar? Então, pega com Santo Antônio. Ele tem a fama de santo casamenteiro e, por isso, é solicitado por inúmeros devotos que querem encontrar a sua alma gêmea.

Os solteiros conhecem bem as simpatias que ajudam a tornar o casamento uma realidade. Há quem amarre o santo. Há aqueles que o colocam de cabeça pra baixo. Tem os que retiram o menino Jesus dos braços de Santo Antônio. São pequenos “castigos” para convencer o casamenteiro a ajudar quem não vê a hora de subir ao altar.

Pão dos pobres

Pão: símbolo de fartura e fraternidade

Mas, além da fama de casamenteiro, Santo Antônio se tornou conhecido também pela dedicação aos pobres. Sim. Conta a lenda que ele se comovia tanto com a pobreza que certa vez distribuiu aos necessitados todo o pão que havia no convento onde vivia.

Ao perceber que os frades não teriam o que comer, o padeiro pensou que os pães haviam sido furtados. Correu para contar a Santo Antônio o que tinha acontecido. O santo, então, pediu que o padeiro verificasse novamente os cestos e os encontrou lotados. Havia pão suficiente para distribuir aos frades e aos pobres.

Foi assim que surgiu a tradição do pão de Santo Antônio. Dessa maneira, ele ensinou uma importante lição: nunca irá faltar a quem partilha. Onde houver amor, sempre existirá multiplicação.

Pão dos pobres

É por isso que no dia 13 de junho, Dia de Santo Antônio, existe a tradição da distribuição do pão de Santo Antônio. Várias paróquias espalhadas pelo Brasil contaram com as doações feitas por panificadores para levar adiante a entrega de pães para os necessitados. E os devotos costumam guardar o pão de um ano para o outro para que haja sempre fartura à mesa. Que esse exemplo de solidariedade se perpetue por muitos e muitos séculos.

Fotos: Pixabay

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